Mostrando postagens com marcador evento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador evento. Mostrar todas as postagens

TARDE LITERÁRIA NOBEL SALGADO FILHO

No dia 16 de Janeiro de 2015 (Sim, estamos quase lá!) vai rolar a segunda edição da TARDE LITERÁRIA (veja sobre a primeira edição do evento clicando aqui).

E dessa vez, teremos mais dois escritores e será totalmente aberto ao público.


Será uma tarde para conversarmos muito sobre literatura, nossos caminhos nesse mundo das letras e nossos livros. Haverá ainda o relançamento dos livros dos autores.

O evento acontecerá na Livraria Nobel Salgado Filho, a partir as 15h30min e contará com a participação dos escritores Carol Vasconcelos (A Filha de Gaia), Lucas Dias (Caçador de Palavras), Luiza de Souza (Contos Rabiscados para Corações Maltrapilhos) e Gustavo Diógenes (Acáci: Mundo 17).

Para mais informações acesse: http://www.escritordeconta.com/

Sobre a Tarde Literária no Salesiano Dom Bosco...

Como eu já tinha falado aqui no blog, ontem participei de um evento INCRÍVEL. Foi uma Tarde Literária, que aconteceu no colégio Salesiano Dom Bosco (no post ai em baixo tem mais informações sobre o evento), na qual eu e o escritor Lucas Dias falamos sobre nossas experiências como escritores, nossos livros e respondemos (muitas!) perguntas dos alunos.

E hoje vim trazer pra vocês como foi. Olha só:




Nunca na minha vida pensei que ia assinar braços. E foram muitos xD Incrível!














Eu e Lucas com a orientadora educacional Elizabeth





E aqui, em vídeo, tem um pouquinho mais desta tarde M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-A!


Eu AMEI TUDO! Foi uma experiência incrível que quero viver ainda muitas outras vezes!

Obrigada pelo convite Lucas =)
Obrigada pela atenção Elizabeth
E obrigada ao colégio Salesiano Dom Bosco pela recepção.


Para mais fotos, acesse Escritor de Conta!

CRÉDITOS DAS FOTOS: Carol de Paula e Marcella Mendes.

Quero voltar, já pode?

TARDE LITERÁRIA

Olá pessoas (e seres mágicos)!

Seguinte:

Fui convidada pelo escritor Lucas Dias (@lucasdiasdsf) para participar, junto com ele, de uma tarde literária na escola Salesiano Dom Bosco. Eu fiquei imensamente feliz com esse convite, pois AMO falar sobre literatura.

A proposta principal dessa tarde é incentivar a leitura, para que cada vez mais pessoas possam aderir à essa prática. (Pra quem já participou dos Encontros promovidos pelo meu projeto "Jovens Leitores, Jovens Escritores" sabe que isso tem TUDO a ver comigo né?)



A tarde terá início às 14h com a palestra "Sonhando Letras", na qual eu e Lucas estaremos falando sobre as nossas experiências, desafios e contando nossa trajetória como escritores. Serão 50 minutos de palestra e seguiremos autografando "Caçador de Palavras" (o livro do Lucas) e "A Filha de Gaia". Serão 20 minutos para conversarmos e também para que você possam pegar marcadores autografados.

Além disso, vai haver um concurso de poesia com prêmios super bacanas. Quem tiver interesse de participar, envie um email para escritordeconta@gmail.com até dia 27/10/2014.

IMPORTANTE: Esse evento será restrito aos alunos do colégio.


Sabemos que algumas pessoas gostariam de participar, mas como o evento é restrito, não vão poder. Contudo, estamos pensando nisso e planejando um evento parecido em um local onde todos possam comparecer. Fiquem ligados aqui no blog e no blog Escritor de Conta, segue a gente no Instagram e Twitter (@caarolfairy e @lucasdiasdsf) e curte as páginas no Facebook (clica aqui e aqui). Assim você não perde nada!

Escrever para crianças

Nesse sábado (15/02/2014), vai haver um evento literário bem bacana em Angicos - RN. Acho que esse texto tem tudo a ver com alguns assuntos que serão comentados por lá.



No fim do livro "As crônicas de Nárnia", que reúne os sete livros de sobre o mundo encantado de C. S. Lewis, tem um texto do autor chamado "Três maneiras de escrever para crianças". Lewis inicia seu texto dizendo que quem escreve para crianças tem, em geral, três maneiras de abordar seu trabalho, sendo uma delas ruim. O autor diz que escreve aquilo que gostaria de ter lido quando criança e que ainda gosta de ler agora. Conta, ainda, que não se deve "dar ao público o que ele quer", não se deve contar uma história pronta e sem desafios. Também não se deve escrever algo que sirva apenas para entreter a criança, sendo que até mesmo o próprio autor visse com indiferença ou desprezo. Lewis afirma que "uma história para crianças de que só as crianças gostem é uma história ruim". A criança não se deixa enganar com facilidade e o autor que não acredita em sua própria história será rapidamente deixado de lado.

A única maneira, diz Lewis, que é capaz de usar, consiste em escrever algo não especificamente para um público, mas apenas por ser a maneira que julga melhor para se expressar. Essa história, então, é taxada de "infanto-juvenil", mas apenas porque se encaixa com aquela faixa etária, mas não porque foi escrita para ela. O autor nos fala, ainda, que quando se passa muito tempo na ótica do adulto, esquecemos da época em que vivíamos como crianças, pois o modo como os adultos enxergam as crianças é diferente do modo como elas de fato são.

A crítica atual de produções literárias utiliza o adjetivo "adulto" como marca de aprovação. Como se a literatura dita infanto-juvenil não fosse complexa ou profunda o bastante para merecer o tempo gasto com ela. Se um homem de mais de 50 anos afirma ainda gostar de anões, gigantes e fadas, é mais provável que ele seja ridicularizado por sua demência senil do que louvado pela perpetuação de sua juventude.

Lewis traz sua concepção de crescimento dizendo que "hoje gosto de vinho, coisa de que não gostava quando criança, mas não deixei de gostar de limonada. Chamo isso de crescimento. Se eu simplesmente deixasse de gostar de limonada para gostar de vinho, isso seria uma simples mudança". De fato, o processo de crescimento acarreta várias perdas, mas essa não é a verdadeira essência dele. A associação dos Contos de Fadas com a infância é algo, na verdade, acidental. Antigamente, os Contos de Fadas não eram histórias feitas para crianças. Apenas se deslocou para essas faixas etárias quando "caiu de moda" nos círculos literários, tal como acontecia com a mobília das casas vitorianas, que ao caírem de moda, passam a habitar os quartos das crianças. E, é claro, como nem toda literatura infantil é fantástica, nem toda história fantástica é infantil.

Mas é claro que não se reserva às crianças somente histórias das quais não se deve temer. Histórias fantásticas de terror são muito interessantes para crianças. Não se deve esconder os lobos nas florestas porque achamos que uma criança ainda não pode lidar com eles. Se você deixar que uma criança leia apenas histórias inocentes sobre a vida infantil, em que nada de assustador ou inesperado acontece, não vai estar eliminando os terrores dela, mas sim eliminando a chance de ela saber lidar com eles. Devemos encarar a criança como um igual naquela região da natureza em que todos somos iguais.