Dica: Filmes baseados em livros

Hoje faremos uma lista aqui no blog de filmes que foram baseados em livros. E, claro, que não poderíamos começar com outra coisa que não fosse a série Harry Potter:



O senhor dos anéis


O Hobbit


As Crônicas de Nárnia


Alice no País das Maravilhas


O Código Da Vinci


Anjos e Demônios


Maze Runner


A janela secreta


Conta comigo


À espera de um milagre


Jurassic Park


Crepúsculo


Divergente


Jogos Vorazes



E vocês, lembram de outros filmes que foram baseados em livros?

Quem quer ser escritor? #2.3 (Nenhuma indicação de conflito e linguagem rebuscada)

Hoje nós falaremos sobre três pontos muito importantes na escrita de um livro. Na série "Quem quer ser escritor?" passamos desde assuntos como inspiração, bloqueio criativo, estilo da escrita até pontos mais objetivos em relação a escrever um livro, como é o caso de hoje.

O primeiro ponto que quero destacar é a falta de conflito em uma história. Muitos escritores querem deixar os grandes acontecimentos para depois do meio de um livro. Contudo, isso se torna complicado quando a primeira parte da história acaba sendo somente parágrafos e mais parágrafos de descrições sem nenhuma indicação de conflito, onde tudo parece estar em perfeito equilíbrio.

Não gente! Não quero dizer com isso que carros precisam explodir, cabeças precisam rolar ou um monstro enorme precisa destruir a cidade.

A questão é que se faz necessário o escritor criar um clima de tensão, um certo estranhamento nesse início da história, algo que cause curiosidade e inquietude ao leitor e o faça querer continuar a leitura.

O outro aspecto importante a ser tratado é sobre a linguagem rebuscada que está presente em muitas histórias, porém, sem um motivo claro.

Explico:

Algumas história parecem mais preocupadas em demonstrar o extenso vocabulário do escritor e suas habilidades linguísticas do que, de fato, em contar uma história. Até mesmo a fala de crianças, em algumas histórias, são muito formais e pomposas, completamente fora da realidade daquela faixa etária.

Muitas vezes sobra gramática e falta emoção.

É importante que o escritor certifique-se de que a linguagem que utiliza em seu texto é adequada àquela realidade, ao gênero da história e aos seus personagens.




Espero estar sendo útil com essas dicas aqui no blog. Se vocês tiverem alguma sugestão de tema para essa série é só comentar aqui no post!

Quem quer ser escritor? #2.2 (Falta de foco e excesso de informação)

Hoje temos dois assuntos na nossa série: a falta de foco na escrita e o excesso de informação.

Antes de escrever uma história, uma das coisas mais impostantes para um escritor é definir o que ele quer com seu livro e qual é o foco de sua narrativa. É necessário que o escritor esteja consciente de sua intenção quando começa a escrever algo.

Para isso, há um ponto imprescindível para ser abordado aqui: planejamento.

Não planejar, não construir os suportes para a sua história, está intimamente ligado com a falta de foco. E o que acaba acontecendo é que se tenta compensar isso com a quantidade de palavras ou uma linguagem rebuscada, o que não consegue conquistar o leitor.

Isso nos leva ao nosso segundo assunto de hoje: Excesso de informação.

E não, eu não estou dizendo que você caracterizar os personagens, descrever cenários, etc, é algo ruim ou errado. Mas existem maneiras de se fazer isso.

Muitos escritores acabam caindo na armadilha de passar muito tempo em descrições minuciosas de algo que, muitas vezes, nem era necessário estar ali. São informações apresentadas quase como uma lista de supermercado, dando a sensação de que o escritor precisa contar absolutamente tudo sobre um personagem ou cenário, por exemplo, antes de começar a contar, de fato, a história.

Contudo, na maior parte das vezes, é muito mais interessante para o leitor que o escritor não conte e sim mostre o que está acontecendo. É importante que o escritor procure por formas únicas de ajudar o leitor a entender e, até mesmo, sentir as emoções dos personagens. Mostrar o que estar acontecendo é mais envolvente do que simplesmente contar o que está acontecendo.

Em relação a personagens, por exemplo, isso pode ser feito em ações e falas ao longo do texto. Além disso, os aspectos físicos e psicológicos não precisam ser mostrados todos de uma vez. O escritor pode fazer isso no decorrer da história.

Já em relação a cenários, certifique-se de que as descrições incluídas em cada passagem precisam, especificamente, aparecerem naquela parte da história. Considere, por exemplo, revelar uma porta que fazia parte do cenário, mas nunca havia sido "notada". Isso vai mostrar ao leitor que aquela porta tem uma importância naquele momento.

Além disso, acho que nem preciso dizer que é preciso pesquisar e estudar sobre o que se pretende escrever, bem como construir muito bem os cenários, personagens e conflitos auxiliam imensamente o escritor quando ele parte para a etapa de construir a história.



Espero estar sendo útil com essas dicas aqui no blog. Se vocês tiverem alguma sugestão de tema para essa série é só comentar aqui no post!

Quem quer ser escritor? #2.1 (Começos genéricos)

Começamos a segunda parte da nossa série Quem quer ser escritor? para comemorar esse Agosto Literário do blog e canal.

Na primeira parte, já abordamos vários pontos de interesse sobre esse mundo da escrita e continuaremos fazendo isso, agora de uma forma mais específica, com assuntos mais focados.

Hoje, por exemplo, nós falaremos de algo que o escritor precisa tomar muito cuidado: os começos genéricos das histórias.

Em muitos casos, o escritor acaba caindo na armadilha de iniciar sua história descrevendo o cenário ou os personagens. Não que isso seja errado. Aliás, não existe certo ou errado no processo da escrita. Contudo, são nas primeiras linhas de um livro que você conquista ou não um leitor. Sendo assim, essas linhas que iniciam a história precisam ser atrativas.

Até mesmo para submeter seu original ao crivo de uma editora, é importante que o início da história seja cativante. Muitas editoras pedem não o original inteiro inicialmente (até porque recebem muitos) mas sim um resumo do livro e as dez primeiras páginas.

Um artifício interessante (inclusive que eu uso muito) é usar o prólogo para criar uma cena fora da ordem cronológica da história, na qual acontece algo que desperte o interesse do leitor e cause nele a vontade de continuar a leitura.

Então, quando o leitor inicia o primeiro capítulo (que está na ordem cronológica), a curiosidade sobre a história já está despertada, sem que ele, de fato, não saiba nada ainda. Além disso, o leitor não faz ideia de onde está e em que contexto da história acontece a cena do prólogo. E isso, meus caros, é algo que aguça ainda mais a curiosidade.



Me falem quais pontos vocês acham importantes eu trazer para comentar aqui no blog!

Os sete pais do Harry

Já que hoje é o Dia dos Pais e estamos no Agosto literário aqui no blog e também no canal, achei por bem fazer esse post sobre os personagens da série Harry Potter que desempenharam alguma função paterna para o Harry.

E, claro, tinham que ser sete, número significativo para a série.

Rúbeo Hagrid

Walter Dursley

Arthur Weasley

Sirius Black

Remo Lupin

Severo Snape

Alvo Dumbledore

E ai, concordam? Já tinham pensado sobre isso?

Dica: Pra ver com o coroa (Dia dos Pais)

De verdade, eu nem gosto muito de exaltar essas datas criadas pelo setor comercial para vender mais. Contudo, é sempre bom falar de filmes. Então, em vez de dar dicas de presentes para esse dia dos pais (ZzzZzzzzZzz), resolvi fazer uma lista com filmes super legais que tem tudo a ver com esse dia.


MENINA DOS OLHOS


TREINANDO O PAPAI


UM HOMEM DE FAMÍLIA


Á PROCURA DA FELICIDADE


O PAIZÃO


O PAI DA NOIVA


12 É DEMAIS


TRÊS VEZES AMOR


PROCURANDO NEMO


O REI LEÃO


UMA BABÁ QUASE PERFEITA


OS INCRÍVEIS


A ERA DO GELO


JURASSIC PARK



E vocês, tem algum filme legal pra indicar pra esse dia dos pais?

CONCURSO CULTURAL


Como prometido, eis o título do meu próximo livro para a gente começar bem esse mês de agosto. A personagem principal nem preciso dizer, se chama Lilith. E ai que resolvi lançar um Concurso Cultural.

Vocês vão me dizer quem é essa personagem do meu livro. Sejam bem criativos. Lembrando que não precisa acertar pra ganhar. O que vale é a criatividade. Podem participar por instagram e Facebook comentando NA FOTO OFICIAL até dia 30 de Agosto. Pode participar quantas vezes quiser. A MELHOR resposta vai ganhar:

- 1 livro autografado A FILHA DE GAIA, - 1 livro autografado A ILHA DA CAVEIRA, 
- 1 livro autografado CONTOS DO MUNDO MÁGICO, 
- 4 Marcadores, 
- 1 camiseta A HISTÓRIA DE LILITH, 
- 1 livro A HISTÓRIA DE LILITH (esse somente quando lançar).


Então, vamos participar?