Acreditar no Natal


Amanhã, 24/12, é véspera de Natal. Todos nos preparamos para celebrar a festa mais importante do ano para as culturas ocidentais. Muitas luzes e cores ornamentam nossas casas e nossas cidades. Para os cristãos (apesar de que, inicialmente, essa festividade era em honra ao Deus Sol e foi depois incorporada ao cristianismo) o Natal significa o nascimento de Jesus, filho da virgem Maria e do Espírito Santo. Mas essa história creio que todos (senão pelo menos a maioria) já conhece. Para outras religiões, o Natal tem outro sentido, seja ele religioso ou não. Eu, por exemplo, não sou cristã. Porém, essa data tem um valor muito especial para mim. Penso que o Natal tem mais a ver com o Papai Noel do que com o nascimento de alguém. E por favor, deixem eu explicar esse meu ponto de vista antes de começarem a jogar as pedras.


Eu não acho isso por não ser cristã. Aliás, eu adimiro muito as religiões cristãs, bem como muitas outras. Contudo, para mim o Natal tem a ver com ACREDITAR (e por isso acho o símbolo do Papai Noel tão importante). Acreditar que um mundo melhor é possível. Acreditar que a transformação está em nossas mãos. Acreditar que o futuro somos nós que fazemos. Acreditar nas pessoas. Acreditar nos nossos sonhos. Acreditar em nós. Enfim, ACREDITAR é necessário à todo ser humano. Pois é acreditar em algo que nos faz vivos. E tem uma época melhor que o Natal para nos ensinar a acreditármos?


Quando acreditamos, podemos fazer tudo. Mas não basta só dizer que acredita. Tem que acreditar de verdade. ACREDITE!
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Curiosidades sobre o Natal: 1) Como eu já falei no texo acima, o Natal não era uma festa cristã. Somente no século V com a chegada de Constantino como Imperador, foi que essa celebração, que antes era uma festividade romana em honra ao Deus Sol (Deus Pagão), juntamente com Roma, deixou de ser pagã para tornar-se cristã. 2) Jesus não nasceu dia 25/12. Sobre seu nascimento: "Havia, naquela mesma região, pastores que estavam no campo, e guardavam durante as vigílias da noite o seu rebanho." (Lucas 2:8). Segundo historiadores e geógrafos, isso nunca poderia ter acontecido na Judéia no mês de dezembro. Os pastores recolhiam os rebanhos das montanhas e dos campos e colocavam-nos no curral no mais tardar até o dia 15 de outubro, para protegê-los do frio e da estação chuvosa que se seguia. A data exata do nascimento de Jesus é inteiramente desconhecida conforme todas autoridades no assunto afirmam, muito embora se eu tivesse espaço disponível neste artigo, mostrar-lhe-ia passagens nas escrituras que, fortemente indicam que foi no começo do outono - provavelmente em setembro, aproximadamente seis meses depois da Páscoa.

A Essência Rubro-Negra

Resolvi escrever sobre esse assunto pois estou cansada de um pessoalzinho do estado onde moro (Rio Grande do Norte), do qual me orgulho muito, ficar criticando a mim e à alguns de meus amigos (que também são do RN), porque torcemos por um time que não é daqui: O Flamengo. Eu só queria que esse pessoal entendesse que nao é porque torcemos pelo Flamengo que não valorisamos nossa terra, nosso estado, onde muitos de nós nascemos. E eu só digo o seguinte para essas pessoas: Flamengo é SÓ um clube, assim como o América, ABC, São Paulo, Fluminense, Santos, Vasco, Botafogo, Palmeiras e todos os outros... eles são somente a parte física. E é a parte física que fica nos estados (RJ, SP, RN). A alma, a essência, somos nós, torcedores. Sendo assim, o time está onde seus torcedores estão. Pois somos nós, torcedores, que damos vida aos nossos times. E não é porque somos de determinados estados que temos que torcer pelos times de nosso estado. Afinal, se a coisa se desse assim, ninguém no Brasil comeria no Burger King (E.U.A.). Nenhuma loja aqui se chamaria Lelis Blanc (França). Nenhum supermercado se chamaria Carrefour (França).

Eu sou, acima de qualquer coisa, BRASILEIRA. E o Flamengo é do BRASIL. E mais que tudo isso, todos nós temos o direito de escolher o que é melhor para cada um de nós, sem ninguém vir querer que mudemos de opinião. Isso é assegurado pela lei.

O que seria da globalização se não valorizássemos outras culturas além da nossa? O que seria da Coca Cola se todo o mundo não a consumisse? E do McDonnald's? E das grandes redes de Supermercado? E as músicas que escutamos? São só do nosso estado? E os playstations que compramos? E as câmeras cannon e as TVs sony? E os carros em que andamos? Tudo isso é daqui, de nosso estado? Eu acho que não!

Nós viveríamos ainda como os índios (dos quais tenho muito orgulho, pois são um lado do "triângulo" de nossa civilização) se não tivesse acontecido a grande mistura. E é isso que o Brasil é. Uma enorme mistura de raças, cores e credos. E eu tenho muito orgulho disso. Pois é bem melhor viver assim do que num mundinho de Hitler.

UMA VEZ FLAMENGO, FLAMENGO ATÉ MORRER!
SOU RUBRO-NEGRA SIM E COM MUITO ORGULHO.

P.S.: Grandes são aqueles que amam e têm orgulho do lugar onde vivem e conseguem ainda experimentar outras culturas.
Em minha recente viagem ao interior da minha família descobri que uma coisa que haviam me dito há algum tempo era a mais pura verdade. O dito foi o seguinte: "Hoje em dia, nos tempos de política, político direito, do bem, é igual aos políciais do filme 'Tropa de Elite': Ou se omite, ou se corrompe, ou vai pra guerra". E, meus amigos, a guerra não é fácil. A guerra interminável contra a corrupção que vemos em todo lugar. E na política não é diferente. Políticos corretos, que não compram voto de ninguém, infelizmente não tem a menor chance. Já os outros, os corruptos, passam a madrugada perambulando pelas zonas mais pobres, disputando quem é que dá mais cestas básicas ao povo. Povo sofrido que passa quatro anos esperando mudanças que nunca ocorrem. E sim, é esse o povo que elege seus governantes, sejam eles quem forem. Contudo, esse povo não tem instrução para escolher com sabedoria seus candidatos. E não tem instrução porque esses mesmos candidatos não estão a fim de dar educação para o povo. Para esses políticos corruptos, o melhor mesmo é continuar mantendo a ignorância. Afinal, se o povo começar a pensar, não vai haver um cristão que vote neles.

Não citarei nomes, mas o que vi no interior de minha família com certeza está fazendo muitos de meus antepassados se revirarem em seus túmulos. A falta de respeito com o povo é muito grande, afinal, quem não põe uma lata de lixo no meio da rua não pode querer fazer muita coisa para o povo.

Competição


“A guerra é a mãe de todas as coisas”

Na vida particular e social, a competição, desde o começo do mundo, tem funcionado como forma de desenvolver e organizar. Quando as pessoas têm objetivos comuns, elas tendem a se reunir, formar grupos, equipes, traçar metas, fazer planos, definir estratégias. Mas é preciso tomar cuidado para que a competição seja sempre algo saudável e que não ultrapasse as barreiras da honestidade e da ética levando as pessoas a pensarem que “os fins justificam os meios”.

A competição é um dos fatores pelos quais uma pessoa pode evoluir na vida, em vários sentidos, pois faz com que nos mantenhamos instigados e motivados a melhorar, e se estamos em grupo, procuramos aumentar o desempenho do grupo pelo desempenho de cada um. Numa citação que Machado de Assis faz em sua obra “Esaú e Jacó”, ele diz que “a guerra é a mãe de todas as coisas”. De fato, quando a pessoa quer vencer, tende a se esforçar mais, a dar o melhor de si, torna-se mais criativa e tudo o que faz tem mais qualidade. Como exemplo, temos as competições esportivas, os concursos públicos, os vestibulares, as seleções de currículos e empregos. Muitas invenções importantes para a humanidade nasceram do desejo dos homens de superar os outros. Isso acontece também nas competições esportivas, onde os atletas estão sempre tentando bater novos recordes. Quando não há exigência de esforço, o ser humano pode ficar preguiçoso e indolente, colocando a própria vida em jogo, já que as coisas se criam a partir do trabalho.

Ás vezes, porém, a competição pode se tornar algo nocivo. É saudável competir, mas quando as pessoas colocam os objetivos de ganhar acima de todo e qualquer conceito de ética e moral que devem nortear o comportamento humano, elas põem em risco as relações sociais e o seu próprio caráter. As disputas tornam-se desleais, as pessoas não podem confiar umas nas outras e instala-se nas suas relações o jogo de vale-tudo.

É preciso, na verdade, manter a disputa como uma coisa necessária ao desenvolvimento e organização da sociedade, mas sem esquecer que o ser humano e sua dignidade estão acima de qualquer competição e, aliás, as disputas existem justamente para evidenciar essa dignidade. É preciso ter em mente que nem todos os meios podem ser utilizados para a obtenção dos objetivos buscados, porque nenhum fim merece mérito, se quem o atingiu deixou de observar a ética.

Porém, não se pode esquecer da necessidade da manutenção da competição saudável, que leve as pessoas a organizar a sociedade em que vivem e impulsionar a sua qualidade de vida.

- Por Carolina Vasconcelos (2005)


P.s.: Vejo guerra aqui como competição e não como, de fato, guerra com armas e tudo o mais.

A "fantasia em que se pode chegar através dos sonhos"

Adoro escrever, porém estava meio sem, digamos, "inspiração" esses últimos tempos. E ainda não sei exatamente o porque. Há alguns meses estava numa livraria e vi um livro que me chamou a atenção. Primeiramente pelo título "Dragões de Éter", que achei muito interessante. Peguei o livro e li sua "sinopse". Tratava-se de um conto de fadas, uma história de fantasia, o que eu adoro. Então, resolvi comprá-lo. Contudo, devido a alguns contratempos (provas da faculdade e trabalhos), só pude lê-lo nas férias. É uma história muito bem contada, com personagens incríveis e muito bem construídos. Em resumo, é um ótimo livro para ler. Eu recomendo. Além do mais, gostei tanto de "Dragões de Éter" que fui procurar em sites sobre o autor e também para ver se ele havia escrito mais algum livro. Me encantei mais ainda em saber que o autor deste livro fantástico é um brasileiro. Seu nome é Raphael Draccon. Um orgulho para o nosso país. De qualquer forma, este livro me "inspirou", me motivou a voltar a escrever e a pintar. Simplesmente, talvez, porque vi que a palavra é importante ser dita. Percebi o quão importante um livro pode ser. Porque, através dele, se pode sonhar.